Aí o telefone tocou. Deixei tocar. Nunca atendia ao telefone na parte da manhã. Tocou cinco vezes e parou. Eu estava sozinho comigo mesmo. E, por mais repugnante que fosse, era melhor que estar com alguém, qualquer um, todos lá fora fazendo seus pequenos truques e piruetas. Puxei as cobertas até o pescoço e esperei. Decidi ficar na cama até o meio-dia. Talvez então a metade do mundo estivesse morta e ele seria menos difícil de enfrentar.
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Charles Bukowski (via
eles-dizem)
(via poderiaaser)
Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro. E está doendo.
— Clarissa Corrêa (via
c-a-n-a-r-i-o)
(via menina--confusa)
Gosto de quem presta atenção em mim. De quem procura novidade mesmo me conhecendo do avesso. De quem não desiste de me descobrir. De quem não se cansa da rotina. De quem se entrega. Sempre.
— Clarissa Corrêa. (via
re-can-to)
(via i-ncompreensivel)
Quando as pessoas se importam umas com as outras, sempre dão um jeito de fazer as coisas darem certo.
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Nicholas Sparks (via
the-little-utopia)
(via i-ncompreensivel)
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados… Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
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Carlos Drummond de Andrade (via
s-a-b-e-r-e-s)
(via i-ncompreensivel)